quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Férias... volto já já com boas novas

Olá, amigo (a)! Não estranhe minha súbita ausência aqui no blog... vou tirar uns diazinhos de férias (muito merecidos diga-se de passagem, rsrsrsrsrs) e você pode ficar muito relax.... vem coisa boa aí. Sim, simmmmmm..... vou voltar repleta de deliciosas novidades e mais dicas incríveis. Não vou revelar o destino de minha viagem para não perder a graça, né?

Assim que eu retornar, recomeço minhas postagens lindas e venho rechear nosso espaço com fotos, comentários e tudo mais. Nem pense em deixar de me visitar aqui, hein. Serão apenas uns dias de férias.

Cuide-se bem, um beijooooo e até a volta!!!!!!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Castelos franceses, oui

Quer coisa mais interessante do que visitar um castelo legítimo, com mobiliário autêntico e história impregnada em suas paredes e corredores? Para mim, que sou aficionada em boas memórias, em artes e em glamour (mesmo que com um toque de decadência), não há nada mais adequado do que um belo passeio pelo Vale do Loire, na França, com seus imponentes "châteaux". Hum... très bien.

Vamos saber um pouco mais sobre o Vale do Loire (em francês, Vallée de la Loire) que é conhecido como o Jardim da França e o Berço da Língua Francesa. O lugar é charmosíssimo, formado por várias pequenas cidades históricas, e reúne um patrimônio arquitetônico de altíssima qualidade. Turistas de todas as partes do mundo visitam seus castelos famosos. verdadeiros monumentos culturais que contam e perpetuam a história dos ideais do Renascimento e do Iluminismo na Europa Ocidental.

Tive o grande prazer de estar nesse lugar deslumbrante no final de julho de 2008. E visitei dois châteaux: o Chambord e o Chenonceau (os dois maiores da região). O Real Château de Chambord é um dos mais conhecidos castelos do mundo devido à sua distinta arquitetura em estilo Renascentista francês, que combina as formas medievais francesas tradicionais com as estruturas clássicas italianas.


É uma construção imensa, constituída por 128m de fachadas, mais de 800 colunas esculpidas e um telhado elaboradamente decorado. Eu li que quando Francisco I concedeu a construção de Chambord, queria que se parecesse com a silhueta de Constantinopla. Tá bom para você, meu bem? Pois tem mais: o palácio é rodeado por um parque arborizado de 52,5 km² (13.000 acres) fechado por um muro de 31 km (20 milhas). Ufaaaaaaa!
Depois de tudo isso, o Rei Francisco I passou somente sete semanas no castelo, é mole? Ele morreu de ataque cardíaco, no ano que a obra foi concluída. Ninguém merece.

Vamos agora ao Castelo de Chenonceau, também conhecido como Castelo das Sete Damas? O palácio é localizado em Indre-et-Loire, na região do Rio Loire, a Sul de Chambord. Sua história está ligada à vida de sete mulheres de personalidade forte, duas delas que foram rainhas da França. Luxo, tá? Vou contar aqui as três histórias que acho mais interessantes.
Em 1547, Henrique II ofereceu o palácio como presente à sua amante, Diane de Poitiers, a qual se tornou ardentemente ligada ao château e às suas vistas em conjunto com o rio. Ela mandou construir uma ponte arcada, juntando o palácio à margem oposta.
Supervisionou a plantação de extensos jardins de flores, vegetais e árvores frutíferas. Dispostos ao longo do rio, mas protegidos das inundações por terraços de pedra, os refinados jardins foram estabelecidos em quatro triângulos. É lindo de ver!!!
Diane de Poitiers foi a inquestionável senhora do palácio, mas o título de propriedade manteve-se com a Coroa até 1555, quando anos de delicadas manobras legais finalmente a beneficiaram com a posse. No entanto, depois da morte de seu amante Henrique II, em 1559, a sua resoluta viúva e regente, Catarina de Médicis despojou Diane da propriedade.

O mais interessante é que ela gostou tanto das benfeitorias de sua rival, que resolveu dar continuidade às obras. E a Rainha Catarina fez então de Chenonceau a sua residência favorita. Ah, as mulheres.....

Como regente da França, Catarina gastava uma fortuna no palácio e em espetaculares noitadas e festas. Ela não era boba, não, sabia se divertir. E não economizava mesmo: dizem que as primeiras exibições com fogos de artifício em território francês aconteceram em seus jardins, em 1560, quando seu filho Francisco II subiu ao trono.
Com a morte de Catarina, em 1589, o palácio passou para a sua nora, Louise de Lorraine-Vaudémont, esposa de Henrique III. Em Chenonceau, Louise recebeu a notícia do assassinato do seu marido e caíu num estado de depressão, passando o resto dos seus dias vagando sem destino ao longo dos vastos corredores do palácio, vestida de roupas matutinas entre sombrias tapeçarias pretas, onde foram costurados caveiras e ossos cruzados. Nesta fase, as grandiosas festas cessaram e o palácio passou a viver numa permanentemente atmosfera de luto.
Triste, não é? A história dele reserva um monte de curiosidades, tudo bem rico e interessante. Se for contar tudo, o post fica sem fim, rs. O que importa é que ele está lá, imponente e triunfal, prontinho para receber nossa visita e posar para nossas fotos.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Coco Bongo, pára tudo!

Quem estiver em Cancún não pode, de jeito algum, deixar de conhecer a night mais Vip e internacional de lá: a "Coco Bongo Show & Disco".
É o lugar mais fervido e frenético que já vi, com um zilhão de coisas acontecendo, tudo ao mesmo tempo agora, em ritmo febril e ensandecido.
É casa de espetáculos, é boate, é circo, é bar, é club, é tudo!!!! 


O Boulevard Kukulcan abriga a maior concentração de bares, restaurantes e boates de Cancún, uma casa ao lado da outra, transbordando sons, gritos, músicas e agitos pelas calçadas a noite toda. Gente de todos os estilos, idades, tribos... colorindo a rua e agitando a valer.
Então... vamos ao Coco Bongo?
Desde o lado de fora, o negócio já é divertido: personagens de cinema são o tema da casa, com réplicas em tamanho natural por todos os lados. O Máskara, com seu sorrido verde e enormeeee, é o grande anfitrião, já que seu point favorito nos filmes é o Coco Bongo, rsssss. O Homem Aranha, o herói da série Matrix, Thomas Anderson (imortalizado na pele de Keanu Reeves) e o impagável Beetlejuice (do filme de 1988, do Tim Burton, "Os fantasmas se divertem", interpretado nas telonas por Michael Keaton) também estão por lá.
Na minha noite (uau), o espetáculo apresentado foi o "Divas".... ui ui ui... nada mais apropriado, rs. Ganhei a pulseira Vip, que me deu acesso a uma área de camarotes com todas as bebidas liberadas e garçon exclusivo. Consegui meu "lugar ao sol", ou melhor, meu lugar ao refletor, kkkkk, em cima da pista num gradeado que avançava o limite do mezanino. Ou seja, além de em cima do público, fiquei no nível do palco. Uma localização privilegiada!
Tanto que no final da noite, as dançarinas lançaram para mim um boné Coco Bongo e dois colares, hahahahaha. Mais um pouco e eu estava junto com elas lá.
Assim que subi, pude ver que o bicho pega geral lá na galera da pista. Os americanos surtados e embriagados fazem de um tudo para aparecer. Uma loucura. Ri muito! Sobem no bar, tiram a roupa, se esfregam, pagam um mico federal. É um show à parte.
No palco, se revezaram em números musicais incríveis: sósias de Elvis Presley, Madonna, Pink, Beyónce, Michael Jackson, Guns'n'Roses, Slash solo.... e tudo sem ser caricato. Na real, com artistas de nível internacional e profissionalíssimos.
Entre os números musicais, encenações de grandes filmes da história do cinema com efeitos especiais, gente voando por cima de todos, explosões e muito mais. O público pode até interagir em algumas cenas... genial! Aí, tem a parte que remete ao Cirque du Soleil, com acrobatas fazendo coisas inacreditáveis em coreografias surpreendentes.
Fora tudo isso, há um turbilhão de coisas acontecendo ao redor. Vida, cor, vibração, energia, alegria!
Vale muito conhecer o Coco Bongo!!!!!!
Sem dúvida! Melhor que isso só em Ibiza!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Bubba Gump, de Cancún

A ótima indicação de hoje (que faz parte da trilogia sobre a night mexicana), para quem estiver planejando ir para Cancún ou uma das 31 cidades que representam a rede, é o restaurante Bubba Gump. Sim... é aquele em homenagem ao premiado filme "Forrest Gump" com Tom Hanks. É a maior curtição até para quem não é fã do filme. A gente faz um mergulho como se estivesse no set de filmagem, genial. A decoração é extremamente detalhista (até o quarto de Forrest é reproduzido).

Enfim, o lugar é como um pequeno museu com todas as referências ao filme. Há, inclusive, o traje do ator - aquele indefectível terninho bege clarinho -, réplicas dos cenários, boutique com mimos e souveniers foférrimos, pier, placas alusivas a cenas nas paredes, fotos, recortes de jornais e muito mais...

Um dos ícones do restaurante é seu sistema de placas, utilizado para se comunicar com os garçons: se precisar de algum serviço, é só mostrar uma placa vermelha que diz “Pare Forrest, Pare”; e se a comida estiver deliciosa e você quiser privacidade, é só deixar a placa azul que diz “Corra, Gump” à vista. Divertido!!!!

O cardápio é bem variado, sendo que o ponto forte, logicamente, são os pratos com camarões (tem uma infinidade de opções no menu, difícil é escolher). Tem sanduíches, petiscos, jantar, sobremesas, muitas bebidas, inclusive com carnes para quem não gostar de frutos do mar.

Eu comecei com um mix de belisquetes incríveis (camarões e cebolas empanados, peixe à dorê, batatas fritas, bolinho de peixe com milho e molhos para acompanhar), o prato principal foi lagosta (estava ótimo), morritos como bebida servidos em copos imensos que nos foram ofertados como brinde e uma sobremesa com sorvete, bolo de chocolate e calda quente (tipo um brownie, mas servido de outra forma).

Na saída, torna-se irresistível a parada na loja de souveniers.... rs. Eu me informei e soube que 10% do faturamento do restaurante vem da lojinha de mimos. Viu só? Eu disse que era uma tentação, hahaha. Comprei camisetas, canetas e chaveiros.

Para refrescar a memória sobre o filme de 1994: "O personagem Forrest (interpretado por Tom Hanks) vai à guerra do Vietnã e faz de Benjamin Buford “Bubba” (Mykelti Williamson), um negro que conhecia tudo sobre camarões e só falava sobre os adoráveis crustáceos, seu melhor amigo. Bubba morre em uma emboscada e Forrest retorna como herói. Para homenagear seu melhor amigo, Forrest cria a Bubba Gump Shrimp Co. ".


            

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Hard Rock Cafe / Cancún


Vamos cair na night de Cancún? Are you ready for Cancún??? Rssss.... se jogueeeee comigo, então. Vou indicar os três lugares que mais gostei e que considero imperdíveis para quem estiver na cidade: o restaurante Bubba Gump, o Hard Rock Cafe e o Coco Bongo. Uhuuuu!!!! Bombou geral! A noite é fervida, animada, colorida, variada e febril.. portanto, vá preparado para tudo.

Vou dividir as postagens para que não fiquem longas e cansativas. Hoje vou falar sobre o Hard Rock Cafe, que é uma cadeia americana de restaurantes temáticos com mais de 143 unidades espalhadas em 36 países. O tema das casas, logicamente, é o bom e velho rock'n'roll. E, apesar do restaurante ser mais conhecido por sua "atmosfera" do que por sua comida, posso afirmar que lá em Cancún os pratos são saborosos, fartos e muito satisfatórios.

A decoração é bárbara, a boutique é charmosa (comprei camisetas, claro) e os funcionários todos são descoladérrimos e bonitos (kkkk, adorei essa parte). Lá no México bebi cerveja Corona todo o tempo... leve e gostosa... e ainda tem a versão light, opa!

Enquanto a gente bebe um drink ou uma cerveja, come um petisco, um prato ou sanduíche (tudo no melhor estilão americano), curtimos um excelente show do melhor e mais puro rock'n'roll na veia. Pearl Jam, Rolling Stones, Beatles, entre outros, apareceram no repertório da ótima banda que se apresentou na noite que estive com eles.

Qualidade musical e gastronômica, excelência no atendimento, decoração impecável e, como trilha sonora, o melhor do rock de todos os tempos. Muito bom para quem aprecia o gênero. E eu aprecio muito.... me senti em casa.

E tem mais: para manter sua fama, o Hard Rock está constantemente buscando doações de instrumentos musicais e objetos relacionados ao rock. Tudo isso para enriquecer seu acervo, que já é o maior do mundo. Em quase todas as lojas pelo mundo pode-se encontrar instrumentos autografados, roupas usadas pelos astros em turnês mundiais e fotografias - tudo devidamente autografado, pendurados pelas paredes dos restaurantes.

Showwwwwwww!!!! Em breve, textos sobre o Coco Bongo e o Bubba Gump, com muitas novidades.

Ah, esqueci de mencionar que a rede Hard Rock Cafe foi inaugurada em Londres, em junho de 1971.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Tulum, Maias no México

Hoje vou falar sobre o legado da civilização Maia e, para ilustrar o tema, vou utilizar a minha visita à cidade de Tulum, no México (em março de 2010). Terceiro sítio  arqueológico mais visitado no México (perdendo somente para Teotihuacan e Chichen-Itzá -confira meu post de agosto), Tulum é uma cidade com ruínas bem preservadas, totalmente rodeada por muralhas, que reúne milhares de turistas diariamente.


Vamos combinar que vale a pena: além de toda a parte histórica e cultural, ainda ganhamos de brinde uma vista de perder o fôlego do mar caribenho. Espetáculo!!! A cidade fica ao longo da costa do Mar das Caraíbas, no sudeste do México, num estado que se chama Quintana Roo; e a região é conhecida como Riviera Maya. Bem apropriado.

Para chegar lá, a gente vai para um povoado cheio de centros comerciais (não me lembro do nome) e embarca num trenzinho (as ruas de acesso são bem estreitas) sacolejante, bem antigo. Em Tulum, as pernocas são super solicitadas: há rampas, escadas, subidas íngremes e as distâncias - debaixo do sol impiedoso - cansam bastante. É bom se besuntar de protetor solar, levar um chapéu ou boné, e ir com roupa bem leve e confortável.

O lugar é grandioso e, no dia da minha visita, o céu estava bem azul e contrastava com a silhueta das ruínas. Lindo de ver e fotografar. O povo Maia registrou seu nome na História da Humanidade com contribuições geniais de escrita, arte, arquitetura, matemática, calendários e sistemas astronômicos.

Culturalmente, é considerada uma das sociedades mais dinâmicas de todos os tempos. E, até hoje, os maias e seus descendentes formam populações consideráveis e perpetuam suas tradições, costumes e história, em regiões do México, Honduras, Guatemala e El Salvador.

A visita à Tulum torna-se mais rica com as explicações dos guias sobre o modelo de sociedade com o qual viviam, as apresentações sobre cada conjunto arquitetônico, o que funcionava em cada construção e tudo mais. É fascinante...


Só não esqueça da dica que deixei registrada aqui no blog, no post sobre Xel-Há. Não faça o combinado Tulum/Xel-Há no mesmo dia. É cansativo e não dá tempo de aproveitar direito nenhuma das duas atrações. Vá por mim.